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Autarquia de Idanha-a-Nova e o Movimento pela Autonomia da ESGIN congratulam a reprovação da alteração dos estatutos do IPCB

10 jan, 2022

A Câmara de Idanha-a-Nova e o Movimento pela Autonomia da ESGIN congratulam-se com o despacho do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que reprovou novamente a alteração dos estatutos do IPCB - Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Recorde-se que a proposta de revisão estatutária do IPCB previa a reestruturação organizacional das unidades orgânicas, passando de seis para quatro escolas e colocando em causa a permanência e autonomia da ESGIN - Escola Superior de Gestão - em Idanha-a-Nova.

Em comunicado enviado à nossa redação, Armindo Jacinto, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, considera que “esta é uma vitória de todos aqueles que têm lutado pela sede e autonomia administrativa, científica e pedagógica da ESGIN em Idanha-a-Nova”.

O autarca acrescentou ainda que “também é uma excelente notícia para o IPCB, para todos aqueles que lutaram pela criação e desenvolvimento das suas seis escolas, desde alunos, professores, funcionários, dirigentes, entre outros, que sempre lutaram por um Politécnico forte. De facto, é preciso reestruturar e adaptar o IPCB à realidade de hoje na região e no mundo, mas isso implica ouvir os atores públicos e privados do território e apostar na maior força do IPCB, que são as suas seis escolas, as suas seis identidades”.

No entanto, Armindo Jacinto considera que “perante a decisão ministerial, o presidente do IPCB, António Fernandes, e o membro do Conselho Geral do IPCB Luís Correia, ex-presidente da Câmara de Castelo Branco, têm aqui mais uma grande derrota nos seus intentos e, eticamente, deveriam demitir-se das suas funções”.

Já o Movimento pela Autonomia da ESGIN, em comunicado, lamenta que a revisão estatuária do IPCB tenha sido enviado “sem envolver a comunidade local”.

Para este grupo de cidadãos o “presidente do IPCB e o Conselho Geral devem assumir a responsabilidade pelo fracasso de tão famigerada reestruturação. Não conseguiram preconizar uma solução que se adequasse à missão do IPCB no papel dos politécnicos no desenvolvimento dos territórios, na coesão territorial e que fosse ao encontro dos interesses dos dois territórios: Idanha-a-Nova e Castelo Branco”.

De referir ainda que no despacho remetido ao presidente do IPCB e ao Conselho Geral, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior escreve “não autorizo as alterações propostas pelo IPCB” e exige que a “modernização, alargamento, especialização e internacionalização” seja feita “em estreita articulação com os territórios em que atua”.

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